domingo, 27 de setembro de 2009

Índia

A Índia fica no subcontinente indiano, é o segundo país mais populoso com uma estimativa de um bilhão cento e ciquenta milhões de habitantes, com a 12ª maior econômia do mundo, apesar de sofrerem muitos problemas sociais como o analfabetismo e criminalidade. Sua capital é Nova Délhi, e tem uma grande riqueza cultural e comercial. Sua principais religiões que surgiram lá são o hinduísmo, jainismo, sikhismo e budismo, mas também predominam outras. A moeda é a rúpia indiana.
Índia é derivado de hindu, e apresenta uma grande diversidade de rios e animais sendo alguns deles considerados sagrados. Seu clima é variável entre tropical e temperado.
Sua política é muito democrática, e é um dos países que possuem a fabricação de aramamento nuclares.
Sua bandeira foi desenhada por Pingali Venkayya e foi adotada em 1947. A bandeira foi erguida em Sarnath e, é usada como bandeira de guerra do exército.
As pessoas mais importantes são Guru Nanacus, Sai babus Shridi, Locmania Tilacus, Rabindranath Tagore, entre outros.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Econômia Indiana

Nos dias atuais, a quinta maior economia do mundo, a Índia, desenvolveu uma base industrial diversa e competitiva. Planos para diversos setores são traçados pelo Conselho de Desenvolvimento Nacional, constituído por ministros chefes de estado: é o corpo mais elevado na tomada de decisão. Inicialmente, a ênfase na auto-dependência conduziu ao estabelecimento de uma grande presença no setor público em áreas como aço, cimento, energia e engenharia pesada.Hoje, tudo mudou. As reformas iniciadas durante a década de 90 resultaram em uma grande reestruturação econômica, prometendo uma Índia forte e resurgente. Resultados demonstrados: o PIB cresceu 7,1% em 1996, enquanto a inflação diminuiu de 12% em 1991 para o atual 3,7%. Nos últimos três anos, o setor industrial registrou um crescimento saudável de um média de 7%. A globalização e a liberalização, aspectos chaves da nova ordem, asseguram o fato de que a Índia não mais se encontra isolada dos mercados internacionais. Dentro da Índia, há uma forte presença do setor privado e o investimento estrangeiro entrou em muitos setores inclusive no anterior monopólio estatal de infraestrutura.Na tentativa de criar um ambiente positivo para o crescimento econômico, o governo introduziu medidas como a redução de taxas alfandegárias e a taxa de férias em alguns setores. Incentivos foram também dados às indústrias como as farmacêuticas, de moradia, de informação, tecnologia e têxteis. Medidas de reestruturação no setor empresarial estão sendo planejadas e isso irá, inevitavelmente, conduzir a um acelerado crescimento industrial. Exportações que agora refletem uma gama impressionante de produtos, demonstraram um melhoramento, e não é de se surpreender, pois há planos para entrar em novos mercados. Até que seja atingido o objetivo um mercado agressivo e novas estratégias estarão sendo adotadas. O ambiente competitivo tem atuado como um desafio positivo na indústria doméstica, que não perdeu tempo em se estruturar para enfrentar os desafios do novo mercado.Hoje, a Índia fabrica equipamentos de telecomunicações altamente sofisticados, e softwares de computadores, tendo entrado em áreas de alta tecnologia como produção de energia nuclear e fabricação de equipamento especial. Bangalore, que é o núcleo de atividade dessa natureza, vem sendo conhecido como o Vale do Silício da Índia.

Sistemas de Castas indiana

Na sociedade liberal, vivemos em uma cultura onde muitos acreditam que qualquer um pode ascender em termos sociais e econômicos por meio das riquezas acumuladas. Contudo, na Índia, trabalho e riqueza são parâmetros insuficientes para que possamos compreender a ordenação que configura a posição ocupada por cada indivíduo. Nesse país, o chamado regime de castas se utiliza de critérios de natureza religiosa e hereditária para formar seus grupos sociais.

Segundo algumas pesquisas, o regime de castas vigora a mais de 2600 anos na Índia e tem origem no processo de ocupação dessa região. A primeira distinção desse sistema aconteceu por volta de 600 a.C., quando os arianos foram diferenciados dos habitantes mais antigos e de pele mais escura pelo termo “varna”, que significa “de cor”. A partir de tal diferenciação, os varna foram socialmente ordenados de acordo com cada uma das partes do corpo de Brahma, o Deus Supremo da religião hindu.

No topo dessa hierarquia, representando a boca de Brahma, estão os brahmin. Em termos numéricos representam apenas 15% da população indiana e exercem as funções de sacerdotes, professores e filósofos. Segundo consta, somente uma pessoa da classe brahmin tem autoridade para organizar os cultos religiosos e repassar os ensinamentos sagrados para o restante da população.

Logo abaixo, vêm os kshatriya que, segundo a tradição, seriam originários dos braços de Brahma. Estes exercem as funções de natureza política e militar e estão diretamente subordinados pelas diretrizes repassadas pelos brâmanes. Apesar desse fato, em diversos momentos da história indiana, os kshatriya organizaram levantes e motins contra as ordenações vindas de seus superiores.

Compondo a base do sistema de castas indiano, ainda temos os vaishas e shudras. Os primeiros representam as coxas do Deus Supremo e têm como função primordial realizar as atividades comerciais e a agricultura. Já os shudras estabelecem uma ampla classe composta por camponeses, operários e artesãos que simbolizam os pés de Brahma. Há pouco tempo, nenhum membro desta casta tinha permissão para conhecer os ensinamentos hindus. Paralelamente, existem outras duas classes que organizam a população indiana para fora da ordem estabelecida pelas castas. Os dalit, também conhecidos como párias, são todos aqueles que violaram o sistema de castas por meio da infração de alguma regra social. Em conseqüência, realizam
trabalhos considerados desprezíveis, como a limpeza de esgotos, o recolhimento do lixo e o manejo com os mortos. Uma vez rebaixado como dalit, a pessoa coloca todos seus descendentes nesta mesma posição.

Os jatis são aqueles que não se enquadram em nenhuma das regras mais gerais estabelecidas pelo sistema de castas. Apesar de não integrarem nenhuma casta específica, têm a preocupação de obterem reconhecimento das castas superiores adotando alguns hábitos cultivados pelos brâmanes, por exemplo. Geralmente, um jati exerce uma
profissão liberal herdada de seus progenitores e não resignificada pela tradição hindu.

Oficialmente, desde quando a Índia adotou uma constituição em 1950, o sistema de castas foi abolido em todo o território. Contudo, as tradições e a forte religiosidade ainda resistem às ações governamentais e transformações econômicas que atingem a realidade presente dos indianos. Enquanto isso, o regime tradicional já contabiliza mais de três mil classes e subclasses que organizam esse complexo sistema de segmentação da sociedade indiana.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

RIO GANGES

Poluído e Sagrado

O rio Ganges ou Benares é um dos principais rios do subcontinente indiano, um dos sete rios sagrados para o hinduísmo e um dos mais importantes rios da Ásia. Este rio tem a nascente no Himalaia ocidental, deságua no delta do rio Sunderbans na baía da Bangladesh. Com a extensão variando de 2500 a 3000 mil quilômetros quadrados, a bacia hidrográfica cobre cerca de 2165 mil quilômetros quadrados, sua variação de profundidade é de 16 metros de mínima e máxima de 30 metros de profundidade .
Na época de cheias o rio Ganges cobre as suas margens deixando-as muito férteis, propícia para o plantio de arroz, cana de açúcar, lentilhas, sementes oleaginosas, batatas e trigo. Ao longo das margens do rio, a presença de pântanos e lagos fornecem um rico espaço para o crescimento das culturas como as leguminosas, chili, mostarda, gergelim, açúcar e juta. Também ao longo da margem do rio vive cerca de 400 milhões de pessoas que dependem desse rio. Apesar de muito poluído o rio Ganges possuí muitos peixes.
A poluição no rio Ganges não se da somente pelos cadáveres jogados, mas também pelo despejamento de pesticidas e dejetos industriais, afinal são 32 canais industriais de esgoto que caem ao longo do rio diretamente sem tratamento nenhum.
Para entender o porquê o rio é sagrado, primeiramente vamos compreender o que a crença hinduísta pensa a respeito do rio:
“[...] De acordo com a religião hindu, um rei muito famoso chamado Bhagiratha fez Tapasya (tapas é um dos Niyamas descritos no Yôga Sútra de Pátañjali e significa auto-superação, esforço sobre si próprio) durante muitos anos, constantemente, para trazer o rio Ganga, então residindo nos céus, descendo sobre a Terra para encontrar salvação para seus antepassados que foram amaldiçoados por uma vidente.
Assim, Ganga descia à Terra através dos cabelos (Jata) de Shiva trazendo fertilidade e lavando os pecados dos homens. Para os hindus, o Ganges não é apenas um rio, mas uma mãe, a Mãe Ganga, uma deusa, uma tradição, uma cultura e muito mais. Alguns hindus também acreditam que a vida é incompleta sem se banhar pelo menos uma vez no Ganges. Muitas famílias hindus costumam manter um frasco de água do Ganga na sua casa. Segundo a tradição hindu, esta água pode curar os doentes e purificar a alma dos pecados passados dos vivos e dos mortos. Por isso, é comum após o funeral, emergir os corpos nas águas do rio.” ¹
Alguns indianos são contra a despoluição do rio Ganges, pois acreditam que o rio se auto purificará, do outro lado existem indianos que querem que o rio seja despoluídos, um monge chegou a formar um projeto hidráulico para a despoluição do rio no qual nunca foi aprovado pelo governo. Na verdade pouco foi feito para se despoluir esse rio. A despoluição do rio também é um tema o discutido não somente na Organização Mundial da Saúde (OMS), mas também nas Organizações das Nações Unidas (ONU).
Cientificamente falando as águas do rio Ganges possuí a capacidade única de reter oxigênio dissolvido, assim sendo, disenteria e cólera seriam eliminados evitando grandes escalas de epidemias. Mas não se empolgue em pular ou beber a água do rio quando for à Índia, pois está mesma água possuí poluentes de cunho humano, como por exemplo, Schistosoma mansoni e coliformes fecais... A menos é claro que queira pegar uma infecção mais ai é com você a decisão.